

Como motor de nossas emoções, a auto-estima nos induz a autojulgamento, de acordo com a avaliação que fazemos de nós mesmos. Isso determina se seremos mais ou menos capazes de desenvolver uma vida equilibrada, positiva, que tende à felicidade e à realização das metas a que nos propusemos, ou seremos pessoas inseguras, negativamente autocríticas, sujeitas a objetivos impostos por outrem, com tendências depressivas, hipersensíveis à crítica e indecisas por medo de errar.
Para desenvolvermos uma boa auto-estima devemos nos aceitar como somos, mas isso não quer dizer fechar os olhos para as nossas fraquezas. Significa não lhes dar dimensão maior do que têm, buscar o lado positivo das coisas, não se preocupar com os juízos dos demais, ver claramente quais os sentimentos que contribuem para o crescimento da auto-estima e quais que o limitam.
60 páginas. Tam.: 10x15 cm. 2007.